quarta-feira, 19 de julho de 2017
Título original: The Royal Wedding Night
Título: As Núpcias
Autor: Day Leclaire
Tradução: Maria Vianna
Série: Intrigas Palacianas 03
Editora: Harlequin
Ano: 2009
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

Juro por Deus, que além dos gregos, italianos e espanhóis, não estou com a mínima paciência pra príncipes precipitado e bobalhão. Esse tipo de mocinho cansa a minha beleza, me poupe...

Tudo bem, nem tudo está perdido, a história e boa, mas Brandt me cansa com toda a sua honradez e sacrifício, é extremamente chato. Ainda bem que Miri é corajosa e tem iniciativa, caso contrário teria abandonado o livro...

Em minha opinião, o que mais irrita em Brandt e ele sempre optar pela forma mais complicada de resolver qualquer assunto, seja pessoal ou referente o seu principado.

Deus que homem chato, como Miri agüenta? Ela pelo contrário, não tem vergonha de pedir ajuda a pessoa especializada que poderá encontrar as falhas.

Já Brandt, prefere ser acusado de um crime que nunca cometeu e ser preso, do que pedir ajuda, o cara é um porre, Senhor da Glória!!! Tudo em nome da honra e do sacrifício...

Ainda bem que Miri, mega experta resolveu todos os problemas do príncipe babaca, e se dependesse do bobalhão, ela estaria agora tendo visitas íntimas com idiota na cadeia, pode? Isso me revolta!!!

Recomendo!!!



Contra Capa:


Três linhagens poderosas. Somente uma subirá ao trono.

Era uma vez uma audaciosa princesa de cabelos de ébano. Seu nome era Miri Montgomery, e ela era apaixonada pelo príncipe Brandt Von Folke, do reino vizinho. No entanto, pelo bem de seu reino, Brandt iria se casar com outra princesa. Inconformada, Miri tomou parte em um plano perigoso: no dia da cerimônia, a verdadeira noiva seria sequestrada e seu véu roubado. Assim, Miri poderia entrar na igreja ocultando seu verdadeiro rosto... e se casar com Brandt! Conta-se que seu plano deu certo, e que o príncipe não descobriu a farsa até depois de suas núpcias reais. Uma noite que diz-se ter sido bastante ardente! Mas será que Miri teria outros planos, além de se casar com o amor de sua vida?
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Título original: A Grande Arte
Autor: Rubem Fonseca
Editora: Companhia Das Letras
Ano: 1994
Comprar: Somente digital nas livrarias Saraiva e Amazon


Resenha:

Se você gosta de uma trama policial psicológica envolvente, repleta reviravoltas e violência explícita, com personagens típicos do submundo brasileiro e boliviano. Sugiro que você continue lendo está resenha, caso contrário, pare agora!!!

A narrativa mistura linguagem coloquial quase grosseira com uma linguagem erudita onde alguns personagens fazem citações mitológicas, jurídicas, sobre xadrez, uso de facas e muito vinho. Uma loucura sem fim e ao mesmo tempo posse se aprender sobre uma variedade de assuntos e histórias, como já disse uma loucura.

Narrado em primeira pessoa pelo personagem principal, Mandrake, uma figura, advogado, envolvente, sacana, apaixonante, atrevido, cara-de-pau, divertido, abusado, atrevido, cínico, mulherengo e com dom para detetive. Há momentos que você ama e odeia, como qualquer bom personagem realista.

A história está dividida em dua partes, a primeira: a prostituta Gisele, vai ao escritório de advocacia dos sócios Mandrake e Wexler, a moça quer contratar os advogados para defendê-la, ela tentará com uma fita de vídeo chantagear Roberto Mitry, que faz parte de uma facção criminosa. Mas os advogados não aceitaram o caso, principalmente Mandrake.

Alguns dias após o encontro no escritório de advocacia, Gisele é encontrada morta, assim como sua amiga e massagista, Danusa, ambas mortas e com uma marca no rosto, cada uma teve a letra P desenhada na bochecha com uma faca.

A partir destas mortes muitas outras vão se sucedendo, todas parecem estar relacionadas e o advogado-detetive acaba no olho do furação. Depois de sofrer um atentado onde ele é esfaqueado e sua namorada estrupada, Mandrake jura vingança, além é claro de tentar desvendar os mistérios que envolvem tantos assassinatos.

A segunda parte começa com um flashback que explica a origem familiar do chefe da organização. E volta para presente, onde as investigações de Mandrake que o levaram para Bolívia também o levaram a encabeçar uma vasta lista de pessoas que são consideradas para uma espécie de queima de arquivo.

Assim podemos concluir o obvio, todos os assassinatos foram queima de arquivo, mas os porquês não vou contar, terá que ler e descobrir, além é claro de descobrir o que acontece com Mandrake suas mulheres e seu sócio Wexler.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. “Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia.”

Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake - um dos grandes personagens da nossa literatura contemporânea - lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto, de mão em mão, as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal. 

Através de uma narrativa na qual se entrelaçam indissoluvelmente a trama policial, os círculos da alta sociedade, o submundo do crime e o desejo sexual, Rubem Fonseca compõe um grande romance, tão preciso e contundente em sua arte quanto uma aguçada lâmina de aço.
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Título original: The Sheikh’s Redemption
Título: A Redenção do Sheik
Autor: Olivia Gates
Tradução: Ana Rodrigues
Série: Cavaleiros do Deserto 01
Editora: Harlequin
Ano: 2012
Comprar: É possível compra nos sites: www.harlequinbooks.com.br e www.amazon.com.br ou em uma boa banca de jornais.


Resenha:

O que fazer com estes sheiks complicados, alguém tem alguma sugestão? Para deixar claro, da mesma forma que tenho pavor dos mocinhos italianos, espanhóis, gregos e da realeza, morro de amores pelos sheiks, nem vou tentar explicar o inexplicável.

Haidar, o anti-herói, é um homem incompreendido por todos a sua volta. E para complicar ainda mais a situação a víbora da sua mãe tem por ele uma preferencia e por isso todos acreditam que ele é a copia masculina da ex-rainha. Um julgamento completamente equivocada na minha opinião, apesar de orgulhoso nosso lindo sheik se magoa e se frustra.

Pior é Roxanne que mesmo íntima do rapaz não percebeu sua vulnerabilidade, seus medos, suas magoas e suas frustrações. E que nunca imaginou que toda a dominação de Haidar era medo de perdê-la.   

O amor não é um sentimento fácil, ainda mais quando se prejulga o outro sem provas. Não estou falando só no amor romântico, mas em todos os relacionamentos onde amamos o outro, entre famílias e amigos. No caso de Haidar, ele foi julgado, rotulado e condenado sem sequer saber porque. Não é atoa que se transformou num homem aparentemente frio.

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

Ele exigiria o trono. E a reivindicaria como sua mulher!

Para o príncipe Haidar Aal Shalaan, controlar a rédeas curtas o caos em seu reino é uma questão de honra, mesmo que seu maior rival não pudesse ser derrubado tão facilmente. Além de todos os problemas políticos, ele também precisava dominar os desejos do próprio coração: Roxanne Gleeson, a mulher mais inesquecível de sua vida, a amante que o rejeitou e que fingia desprezar friamente a paixão que um dia fora (e ainda era) desesperada e abrasadora. Mas Haidar se recusava a abrir mão de ser oficializado o soberano e também de trazer Roxanne de volta para sua cama. Pois o primeiro era um direito de nascença, e o segundo, um apelo da alma. Mas ambos simbolizavam… sua redenção!



Sinopse: 

Queridas leitoras,

Escrever a história de Haidar Aal Shalaan foi uma surpresa em cada palavra. A primeira vez em que ele apareceu foi em Orgulho de Zohayd, a trilogia de seus irmãos por parte de pai. No último livro, Como tocar um sheik, Haidar descobriu que sua mãe estava conspirando para depor seu pai e seus irmãos do trono para torná-lo rei. Mas apesar de ele ter feito tudo para denunciar a conspiração, eu sabia que a história não terminaria com ele como herói e a quase catástrofe esquecida ou perdoada.

E realmente não foi, ao menos para ele. Conforme eu escrevia a história de Haidar, ele me mostrou os dramas por trás de sua contradições: um homem ao mesmo tempo abençoado e amaldiçoado pelo seu nascimento. Haidar me contou como tivera que lutar toda a vida contra a origem de seu sangue, como isso lhe custara a relação com as pessoas que mais amava e como ficara estigmatizado para sempre. Haidar se impusera a missão de redimir a mácula da traição deixada por sua mãe, e reconstruir seu coração, outrora destruído por uma mulher. Eu o via como um cavaleiro do deserto - estoico, vingativo e de sangue quente - enquanto cumpria ambas as missões.

Mas Haidar continuou a me surpreender, demostrando sua dualidade em cada palavra e ação. Ele era forte, e também terno; determinado, mas flexível; irrefreável, e ainda assim vulnerável. Acima de tudo, a última coisa que esperava que ele fosse: engraçado. E divertido. E vou lhe dizer… isso o torna irresistível. Sua heroína, Roxanne, concorda comigo de todo coração.

Espero sinceramente que você goste de Haidar - assim como eu gostei - bem como de seu esforços em fazer as pazes consigo mesmo e finalmente retribuir o amor de Roxanne.
sábado, 1 de julho de 2017
Título original: The Viscount Who Loved Me
Título: O Visconde Que Me Amava
Autor: Julia Quinn
Tradução: Ana Resende
Série: Os Bridgertons 02
Editora: Arqueiro
Ano: 2013
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Não há dúvida que estou me transformando em uma romântica incurável, mais um item para entrar na minha lista de vícios, aff… Juro que não era assim, antigamente gostava de livros do gênero policial, suspense, mistério…, mas agora fico vidrada diante de um romance, o que está acontecendo?

Bom, o que fazer?

Acho melhor descrever sobre o romance que ganho mais e para de lamentar dos meus problemas psicológicos. O segundo volume da série Bridgertons foi muito melhor do que esperava. No primeiro volume Anthony parecia um louco irracional perante o Duque que cortejava sua irmã, mega protetor.

Agora, neste volume, ele está muito mais sereno e divertido, apesar de ter certas premunições um tanto quanto equivocadas, mas como a autora explica (o argumento tem base científica, há uma área na psicologia que estuda este tipo de comportamento), que é comum entre os rapazes ter estes sentimentos quando estes perdem o pai em determinadas idades. 

Já Kate é um furação, não consegue ficar quieta um minuto, precisa estar em movimento constantemente. De início já se percebe que ela é simplesmente perfeita para Anthony. Apesar de terem sofridos perdas parecidas seus traumas resultaram em reações completamente diferentes.

Fiquei muito feliz com o final e com a capacidade de se abrir de Anthony, normalmente os homens têm tanta dificuldade de falar sobre seus sentimentos que fiquei fã deste Visconde protetor e belo. E o epílogo? Simplesmente amo epílogos, se um livro o tem já me ganha de cara, tenho o maior prazer de ler os livros que os tem.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.

Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.

Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.

Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.
sábado, 24 de junho de 2017
Título original: Courageous
Título: Valente
Autor: Diana Palmer
Tradução: Silvia Moreira
Série: Homens do Texas 47
Editora: Harlequin
Ano: 2013
Comprar: É possível compra nos sites: www.harlequinbooks.com.br e www.amazon.com.br ou em uma boa banca de jornais.


Resenha:

Nossa!!!

Sou fã da Diana Palmer, mesmo assim, fiquei surpresa. Arrisco a dizer que é um dos melhores livros que li desta autora nos últimos anos.

Epa!!! Muita calma nesta hora. Isso não quer dizer que o livro e tudo mais seja perfeito.

Houve deslizes básicos, que devemos nos acostumar, porque além de ser uma constante, a autora não esta bem de saúde e sua memória já não é a mesma. E como o número de personagens só aumenta, não podemos culpa-lá por erros que não mudam nada. Não se pode sacrificar uma ótima história.

Posso estar louca ou algo do gênero, mais percebi uma mudança no texto da Diana. Será que tô louca? Deixando de lado a minha falta de sanidade. Outra coisa que gostei, foi a forma que ela descreveu Manaus. E só de pensar que a história se passa perto do nosso país, já é emocionante. 

As personagens são um caso a parte:

Peg Larson é a típica mocinha da Diana Palmer, loira com cabelos longos, praticamente uma santa e obviamente virgem.

Clarisse, a vilã, passa um bom tempo sobre efeito de remédios, apesar de tudo, tem crise de consciência e ainda por cima, se transforma em heroína no final. Muito louco!!!

Winslow Grange, o melhor, o mocinho que NÃO é ogro. Definitivamente um verdadeiro milagre.

Para finalizar, com certeza o que me deixou de queixo caído, foi o epílogo, os livros de Diana raramente tem epílogo, mas além disso há uma passagem de 10 anos. Onde há vários personagens mencionados, e de certa forma nos dá a entender que há outros mocinhos que provavelmente teriam seus próprios livros.

Muito louco!!!

ADORO!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

Um sentido na vida de um mercenário...

As florestas tropicais da América do Sul fazem com que o antigo trabalho de Winslow Grange, administrar em rancho, pareça até brincadeira de criança. Ao mesmo tempo, como ex-combatente, ele está preparado para assumir uma nova missão. O coração de uma mulher, no entanto, é um território bem mais inóspito e perigoso. Enquanto estava no Texas, o maior desafio de Grange era evitar a atração por Peg Larson, filha de seu capataz. Quando ela chega de surpresa à Amazônia, torna-se impossível ignorá-la. E Peg está decidida a provar que pode ser útil dentro e fora do campo de batalha.



Obs.: Se você quer saber mais sobre a autora Diana Palmer e seus livros entre no blog: 
http://su-romanticgirl.blogspot.com.br/  da "Suelen Mattos" a nossa especialista em Diana Palmer aqui no Brasil.
domingo, 18 de junho de 2017
Título original: Stranger In My Arms
Título: No Jardim das Tulherias
Autor: Louisa Rawlings
Tradução: Vera Maria D. A. Renoldi
Série: Gêmeos Bouchard 01
Editora: Nova Cultural
Ano: 1990
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

Amo livros que misturam ficção com momentos históricos, mas temos que tomar cuidado na hora que formos sitarmos alguns livros como referência, porque algumas traduções não são fiéis aos textos originais. Para variar acredito que temos alguns probleminhas neste texto, mas nada que comprometa o enredo, são apenas confusões de datas e períodos históricos.

Quem esta a procura um romance avassalador ou água-com-açúcar, pode desistir neste momento. Porque romance, romance tem muito pouco. Há muita intriga, mal-entendidos e muita guerra. Apesar da falta de romance, a narrativa é belíssima com momentos épicos. Simplesmente amei está história, principalmente por não ser um romance convencional.

A bela aristocrata Charmiane de Viollet é tão carente e inocente, mas já vivenciou momentos tão triste em sua vida, que fica inebriada com o glamour dos salões de festa dos novos ricos, e assim não percebe o que realmente está acontecendo em sua volta, além de ser envenenada por uma família parasita.

Fascinada pela beleza e liberdade Charmiane tem o seu jovem coração arrebatado pelo Coronel do exercito francês, o belo e taciturno  Adam Bouchard, um homem que sofreu os horrores da guerra e tem uma existência só de deveres, ao encontrar Charmiane acredita ter encontrado uma mulher carinhosa, inocente que o ajudara a sobreviver aos seus pesadelos.

O problema é que Adam não contava com a inexperiência de sua jovem dama, além do mais sua alma está tão danificada que ele não consegue se abrir e começa a beber, e para piorar a família hipócrita da inocente Charmiane a envenena contra Adam. Tudo parece perto do fim, quando Adam em desespero resolve arriscar tudo, será que sua jogada vai dar certo? E quando Charmiane descobrir a verdade vai perdoá-lo?

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

No Jardim das Tulherias

Charmiane de Viollet pertence a sociedade que despreza a nova nobreza e se empenha em recuperar o antigo poder. Porém, em uma noite de magia, entrega-se de corpo e alma a um desconhecido, um integrante da odiada elite guerreira que conquistou a Europa. Um inimigo que a lança num abismo de dúvidas. A começar pelo nome... Adam ou Noel Bouchard? Os gêmeos se apaixonam pela bela dama de sangue azul, mas não querem trair seus ideais nem quebrar o elo especial que sempre os manteve unidos. A troca de identidades lhes fora útil no passado e agora será uma arma num perigoso jogo de amor!
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Título original: Virgin on Her Wedding Night 
Título: Marcas de Amor
Autor: Lynne Graham
Tradução: Angela Monteverde
Editora: Harlequin
Ano: 2010
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

Imagine aquele mais puro dramalhão mexicano, com aqueles personagens com nomes duplos e aquelas mulheres nauseadas pelo excesso de laquê. 

Bom, é essa história! 

Tudo bem! Tudo bem! Exagerei, mas é pra você poder entender o drama. Não há nomes duplo e nem laquê, mas é como se tivesse, porque não deixa de ser uma novela mexicana. 

O mocinho, Valente, também com um nome desse… é de uma incoerência gritante, fiquei com vontade de bater nele. Ele é tão idiota e burro, que fiquei torcendo pra mocinha, Caroline, depois de tudo, olhar bem pro olhos deles e dizer: 

-Querido você perdeu por ser burro... -Adeus! - virar as costas e ir embora.

Infelizmente, ela não teve presença de espírito. Pelo contrario ficou com ele, e lhe deu um filho o fazendo imensamente feliz, o maior absurdo que já li. 

P.S.1: Apesar dele ser o maior babaca do mundo, foi carinhoso com ela quando lhe tirou a virgindade. E mostrou pra bobalhona que ela não tinha nada de frígida... 

P.S.2: Estou totalmente decepcionada com Lynne Graham, já li livros dela, muito mais elaborados, antigamente ela desenvolvia a história de uma forma que ficava apaixonada pelo texto, agora fico com ódio de todos os personagens, será que ela perdeu a mão?



Contra Capa:

Eles resolveriam pendências do passado... do modo dele! 

Assombrado por uma infância de ilegitimidade e pobreza, Valente Lorenzatto jamais perdoou Caroline Hales por tê-lo abandonado no altar. Agora, ele ganhou milhões e reivindicou sua herança aristocrática veneziana... e está determinado a ter sua vingança. Valente arruinará a família de Caroline ao se tornar dono de tudo o que têm... a menos que ela lhe dê o que lhe negou cinco anos atrás...

quarta-feira, 31 de maio de 2017
Título original: Masquerade
Título: Baile de Máscaras
Autor: Janet Dailey
Tradução: Rosane Pinho
Editora: Record
Ano: 1990
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

Há duas coisas que me deixam fascinada neste livro:  

A primeira é que mesmo tendo perdido a memória, e não se lembrar da família, de seu nome e até mesmo de seu rosto. O corpo e o coração de Remy, jamais se esqueceram de Cole. 

A segunda, é a história paralela que a empregada Nattie conta para Remy, sobre seus antepassados. Esta trama paralela é em muitos momentos mais fascinante que a de Cole e Remy.

Como diz uma amiga, a autora deixa a mocinha numa situação extremamente desconfortável, onde ela não se lembra de nada, mas tem sensações de que algo está muito errado. E que deveria fazer alguma coisa, mas o que?

A bela Remy sofre um atentado durante o Carnaval em Nice, devida a agressão que sofreu ela perde completamente a memória, segundo os médicos ela tem amnésia transitória. Mesmo sem lembrar de nada, ela volta para casa com seus familiares, pelo menos eles dizem e provam ser de sua família. 

A principio Remy tenta retomar sua vida, procura estabelecer uma rotina, tenta se lembrar, mas só consegue pequenos flashes do passado. Mas ela sabe, há algo fora do lugar.

Há uma pessoa que seu coração e seu corpo não esqueceram, seu ex-namorado Cole, um homem forte de personalidade, que administra a empresa de sua família. Será que ela poderá confiar em seu amado Cole? 

A empresa de sua família está passando por momentos de dificuldade, por isso Cole foi contratado. Remy sente que a agressão que sofreu pode ter alguma conexão com a situação financeira da empresa.

Desconfiada de tudo e de todos a bela precisa investigar o que está realmente acontecendo, para assim desmascarar o culpado ou os culpados. As informações que Remy descobre são estarrecedoras, mas ainda assim não resolve seus dilemas.

Ela precisa chegar ao fundo de tudo, mesmo que com isso ela perca o seu grande amor, será? Emocionante!!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

Baile de 
Máscaras

Ao retornar à mansão de sua família em Nova Orleans,
a jovem Remy Jardin se vê diante de um enigma. A
casa, as pessoas, o próprio rosto no espelho lhe
parecem terrivelmente estranhos. Ela perdera a 
consciência ao ser agredida por um mascarado durante
o carnaval em Nice. Agora, sua vida havia se
transformado num monstruoso baile de máscaras, onde
cada pessoa parece estar lhe escondendo sua verdadeira
face. Ao misturar ingredientes como paixão, intriga e 
suspense, Janet Dailey compõe uma historia vibrante 
que se desenrola dos hotéis palacianos e belas praias da
Riviera francesa até Nova Orleans, atingindo um clímax
surpreendente à medida que caem as máscaras e Remy 
começa a se defrontar com verdades que mudarão para
sempre sua vida.



Sinopse:

BAILE
DE
MÁSCARAS

Enquanto assiste ao carnaval em Nice, a bela Remy Jardin, filha de uma proeminente família de Nova Orleans, é subitamente atacada por um misterioso agressor que a deixa inconsciente. Seus olhos se abrem em um quarto de hospital, onde imagens desconexas aos poucos se transformam em estranhas faces. Intriga-lhe, porém, a forte atração despertada por um homem que lhe inspira incômoda familiaridade. Quem seria ele? Quem seria ela? Por que sofrera aquela agressão? Cercada de mistérios, resta-lhe investigar, juntar os invisíveis fios que a ligam àquele homem, a seu agressor e ao misterioso acidente envolvendo a companhia de navegação de sua família.

É época de carnaval em Nova Orleans. Os glamourosos bailes da sociedade e os desfiles de rua acordam lembranças na mente de Remy, ao mesmo tempo em que lhe invade a terrível impressão de que todos estão usando máscaras que escondem a verdadeira face da traição e do perigo…

Baile de Máscaras, de Janet Dailey, é uma narrativa tensa, repleta de mistérios, que evolui enquanto brotam as emoções e atinge seu clímax à medida que caem as máscaras e todos se descobrem frente  a frente com suas próprias verdades.
sábado, 27 de maio de 2017
Título original: The Bride Hunter
Título: O Caçador de Noivas
Autor: Ann Major
Tradução: Maria Claudia C. F. de Souza & Marie Olivier
Editora: Harlequin
Ano: 2009
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

Essa Anna é muito burra, primeiro ela não tem nada e ninguém, e também não tem nenhuma perspectiva de melhora. Encontra um homem maravilhoso, lindo, sexy e rico. Homem este que se encanta por ela e casa com a dita cuja, e a trata como uma verdadeira rainha. 

A jacu, sem querer, descobre que ele não mencionou que além de fazendeiro, é detetive particular. Em vez de questioná-lo e descobrir porque ele mentiu pra ela, a bobalhona foge sem deixar rastro.

Depois de um ano eles se reencontram e ela fica sabendo todos os porquês, e outra vez, em vez de conversar com ele e ficar agradecida e retomar o casamento e se dedicar a esse homem perfeito e assim se tornar a mulher mais feliz do planeta. Não, não... ela faz o maior doce. A idiota fica pedindo o divorcio a todo o momento, mesmo percebendo o forte sentimento que o marido tem por ela. 

Para não faltar mais nada a jacu de gaiola, desaparece e depois fica meses se arrependendo, ainda demora uma eternidade para tomar uma atitude e retornar. No momento em que ela decide, tem atravessar o Estado na maior tempestade, e quando chega o marido apaixonada só faz 2 segundinhos de doce, mas acaba a recepcionando-a de uma forma quente e sexy.

Putz!!! Que mulher de sorte, também só o apaixonado do Conner para recebê-la de volta e ainda com uma sessão de sexo inesquecível, vai ser apaixonado assim lá em casa. 

Apesar desta mulher completamente idiota, recomendo a leitura, Connor vale todos os sacrifícios possíveis.



Contra Capa:

Connor Storm: detetive particular e rancheiro.
Seu alvo: uma herdeira desaparecida.
Sua missão: perseguir e recapturar sua noiva.

Ele cometeu o erro de se apaixonar, mentir e se casar com Anna Barton, a mulher que havia sido contratado para encontrar. E então ela fugiu.
Uma família não estava inicialmente em seus planos, mas, uma vez que tenha Anna em seu laço, ele pretende mantê-la consigo... custe o que custar. Agora, Connor precisará de mais do que dinheiro para trazer de volta sua noiva fugitiva... e seu filho!
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Título original: The Duke And I
Título: O Duque e Eu
Autor: Julia Quinn
Tradução: Cássia Zanon
Série: Os Bridgertons 01
Editora: Arqueiro
Ano: 2013
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Há muito tempo venho planejando ler, pela primeira vez, algum livro da Julia Quinn, pois vários amigos haviam dado excelente referencias sobre a autora, mas como tenho problemas sérios com romances históricos, adiava e adiava este momento… até que compreendi que deveria encarar de frente meus receios e traumas.

Para minha felicidade o texto é ótimo, apesar da fleuma inglesa, os personagens destoam do habitual, principalmente a família Bridgerton. Como toda família grande e barulhenta seremos obrigados a rir e chorar com eles. Além é claro dos personagens secundários que dão um brilho todo especial ao enredo.

O casal da trama é interessantíssimo, primeiro os dois tem o mesmo objetivo, mas as causas são diferentes, Daphne por exemplo quer por fim a marcação serrada da mãe para lhe arranjar um marido, já Simon, quer dar fim a perseguição das mães casamenteiras. Para isso o casal resolve fingir que estão apaixonados.

O questão é que mentir vai criar uma série de outros problemas para o belo casal. E quando eles se dão conta serão obrigados a casal. Mas nenhum deles está preparado para viver com o outro: primeiro, Simon não quer casar e ter filhos, porque acredita que assim estará se vingando do pai que o rejeitou.

Segundo, Daphne quer casar e ter filhos, mas agora está apaixonada por Simon que não deseja ter um envolvimento com ninguém. Terceiro, além de tudo que já mencionei ainda temos um segredo que Simon esconde de toda a sociedade e principalmente de Daphne. Como disse no início o texto é fantástico e maravilhoso.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.

Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

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