terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Título original: The Youngs: The Brothers Who Built AC/DC
Título: Os Youngs: Os Irmãos Que Criaram o AC/DC
Autor: Jesse Fink
Tradução: Marcelo Hauck
Editora: Gutenberg
Ano: 2015
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha entre outros


Resenha:

Antes de qualquer coisa devemos compreender alguns fatos que são inerentes, não adianta tentar, os Youngs não falam, no máximo que temos são pouquíssimas entrevistas de minutos ou uma entrevista onde nada que seja realmente interessante seja dito. Sim, eles são arredios, mal-humorados e rústicos. E toda essa aura de mistério só serviu para aumentar o folclore em cima da banda, e sem dúvida é o que os irmãos querem ou melhor queriam.

Quando comecei a ler este livro, 2017, os três irmãos George, Malcolm e Angus Young ainda estavam vivos, saudáveis não sei dizer, pois diziam que Malcolm estava cada dia pior em relação a Demência e George o mais velho esta com a idade avançada para um músico. George faleceu no dia 22 de outubro de 2017 e Malcolm faleceu 18 de novembro de 2017, menos de um mês de diferença. Agora Angus está só!!!

Depois desta pequena lembrança, voltemos ao livro, como é possível escrever uma biografia de três pessoas sem que elas deem a sua versão dos fatos, claro que há varias biografias não autorizadas, mas estas trazem relatos de pessoas que viveram e vivenciaram os fatos ao lado dos artistas, no caso dos Youngs as pessoas próximas não falam.

Eles são tão fechados que seus amigos íntimos são tão fechados como eles. Assim fica impraticável, porque a maioria dos relatos são de pessoas que passaram pela vida dos Youngs, mas de certa forma foram excluídos, obviamente há muito ressentimento, amargura e um que de vingança contra os irmãos.

Pra mim, ficou claro que os irmão mudaram muito de comportamento depois da morte Bon Scott, musicalmente nada mudou, mas os caras que já eram difíceis, introvertidos, se fecharam ainda mais no mundinho particular deles e pouquíssimas pessoas fazem parte deste mundo.

Como Jesse Fink definiu muito bem com a morte de Bon Scott, os Youngs perderam “... o vocalista, amigo, guia, fonte de inspiração e letrista.” E ainda tenho pra mim, que principalmente Malcolm, até seu último minuto de vida, não perdoou Bon por tê-los deixado na mão.

E que Black In Black e os próximo dois álbuns da banda foi de certa uma resposta a Bon. Como quem diz: você nos deixou, mas nós vamos continuar e vamos dar algumas letras que você trabalhou pro novo vocalista, vingança!!! Claro todo este parágrafo pode ser paranoia da minha parte, mas que as vezes acho que realmente aconteceu isso. Faz parte do grande folclore da banda.

Pra mim é difícil não imaginar Bon Scott cantando Black In Black, You Shook Me All Night Long, Hells Bells e Thunderstruck. As vezes fechos os olhos e sinto as batidas da música, imagino e consigo ouvir Bon canto Hells Bells e Thunderstruck. É simplesmente emocionante, não consigo conter as lágrimas.

Apesar da falta de colaboração dos Youngs, acho interessante ler os depoimentos de todas as pessoas que um dia trabalharam os geniais irmão, e que apesar do recentemente de alguns, ainda assim podemos perceber que mesmo havendo mágoas, eles não negam que os irmãos foram maravilhosos na parte musical!

Recomendo!!!!



Contra Capa:

Da Escócia para a Austrália. Das ruas e dos pequenos clubes para os estádios e os grandes festivais de rock ao redor do mundo. Com mais de 200 milhões de álbuns vendidos, o AC/DC não é apenas uma das maiores bandas de rock ainda na ativa. É uma família e um grande império, construído pelos irmãos George, Malcolm e Angus Young. E é essa a história contada neste livro, que já foi publicado em quase vinte países, considerado uma das biografias recentes de músicos mais originais já escritas, e selecionado como o melhor livro do gênero pelo AllMusicBooks.com.


Ele conta a extraordinária trajetória por trás desse gigante comercial e musical, revelando alguns dos segredos de seus componentes, sua criatividade e personalidade, e a escalada empreendedora da banda até o topo. Com informações extremamente recentes, reúne relatos de ex-membros do AC/DC e de músicos de bandas como Guns N’ Roses, Rose Tattoo e Dropkick Murphys, e mostra porque o AC/DC consegue manter o mesmo som e a mesma identidade por tantas décadas, entrelaçando a história da banda com a da cena musical que cresceu junto com ela, em um texto apaixonado e descontraído, feito de fã para fã.
sábado, 30 de dezembro de 2017
Título original: When He Was Wicked
Título: O Conde Enfeitiçado
Autor: Julia Quinn
Tradução: Cláudia Costa Guimarães
Série: Os Bridgertons 06
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Devo admitir que fiquei um pouco confusa com a passagem do tempo neste livro, principalmente porque as ações acontecem ao mesmo tempo que neste livro e em Os Segredos de Colin BridgertonPara Sir Phillip, com amor

O problema é que nestes livros que citei não dá a mesma impressão, entendi que Colin casa primeiro e depois de algum tempo casa Eloise. Tanto é assim que me lembro que quando os irmãos Bridgertons estão na casa de Phillip, Colin faz um comentário, ele está impaciente porque casou a poucas semanas e diz que quer voltar rápido para sua esposa. 

Já em O Conde Enfeitiçado, talvez seja a tradução, nos dá a intender que Colin casou num dia e Eloise no dia seguinte, ficou muito confuso. Apesar deste contratempo o livro é maravilhoso e extremamente hot, pelo menos para o padrão dos romances históricos, fiquei muito surpresa, pois até o livro anterior, as cenas de sexo eram básicas, como em qualquer romance.

Michael e Francesca foram surpreendentes porque ele teve que minar durante anos sua paixão por ela, mas quando foi possível liberar todo aquele amor, também liberou o melhor do casal. Parabéns para autora que subiu horrores no meu conceito, além de escrever um ótimo romance, soube descrever belas cenas de amor.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton.

Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele.

Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite.

Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz.

No sexto livro da série Os Bridgertons, Julia Quinn mostra, em sua já consagrada escrita cheia de delicadezas, que a vida sempre nos reserva um final feliz. Basta que estejamos atentos para enxergá-lo.
domingo, 24 de dezembro de 2017
Título original: Corto Maltese: Lá Jeunesse
Título: A Juventude
Autor: Hugo Pratt
Tradução: Ana Ban
Prefácio: Marco Steiner
Fotos: Marco D'Anna
Série: Corto Maltese 07
Editora: Nemo
Ano: 2011
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Achei a edição simplesmente maravilhosa, a um prefácio do amigo de Pratt, Marco Steiner, que faz um relato real e ao mesmo tempo abre espaço para as memórias fictícias.

O conflito entre japoneses e russos na Manchúria, além de fazer menção ao correspondente de guerra, o jovem americano e escritor Jack London, podemos dizer que esta parte é real. A memória fictícia seria o encontro entre London, Corto e Rasputin.

A história começa nos dizendo que Jack London é amigo de Corto Maltese. E Jack de uma forma inusitada apresenta Rasputin a Corto, além disso escritor pede o marinheiro que ajude o russo a fugir da Munchúria local dos conflitos.

Mesmo sabendo que nenhum dos três são santos, fiquei abismada com essa amizade sem propósito que nasci entre Corto e Rasputin, porque apesar dos pesares Corto tem honra, pelo menos ele acredita ter, além do mais ele segue as regras náuticas, já Rasputin é um louco, lunático, psicopata que não respeita nada nem ninguém.

Posso compreender o papel de Jack London, mas não entendo por que Corto se permite estar com Rasputin uma pessoa que só causará problemas para o marinheiro no futuro.

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra capa:

Em 1981, o jornal francês Le Matin encomendou a Hugo Pratt uma história em quadrinhos que seria publicada em episódios no decorrer do ano. Pratt começou a narrar os bastidores da guerra entre a Rússia e o Japão na Manchúria, em 1905. Ele desenhou as trincheiras escavadas pelos soldados japoneses e o orgulho dos oficiais, a desorientação das tropas russas e a insensatez de uma situação em que algumas pessoas continuaram a se massacrar apesar de a guerra ter terminado. Ele transformou Jack London, escritor e correspondente de guerra norte-americano, no artífice do encontro e da amizade entre Rasputin e Corto Maltese. E apesar de o enredo de Pratt terminar antes da hora, por causa de um desentendimento com o editor, a história não ficaria inacabada, como que por magia: ela iria se transformar em uma outra história. A Juventude é um relato sobre a amizade e a honra, a liberdade, a loucura e o rigor.
domingo, 17 de dezembro de 2017
Título original: Onze Minutos
Autor: Paulo Coelho
Editora: Rocco
Ano: 2003
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Por mais incrível que possa parecer este foi o primeiro livro que li de Paulo Coelho, depois li O Alquimista só para ter uma ideia ampla da escrita de Paulo, mas acredito que pouco sei sobre o autor e sua obra. E pelo visto continuarei desta forma, não é possível conhecer sobre tudo e todos.

Agora ao que se refere ao livro Onze Minutos, simplesmente adorei. Maria é um personagem no mínimo interessante, uma prostituta que tem metas e objetivos, e é focada nos mesmos, é uma novidade refrescante. Mas isso não significa que a garota não tenha frustrações. Seus planos alimentam sua alma.

O que mais dizer: é uma mulher inteligente e esforçada. Que nunca se deixa abater, que procura o conhecimento, quer aprender de todas as formas. É um livro que sem dúvida alguma quebra alguns tabus e extermina alguns preconceitos.

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

Em Onze minutos, Paulo Coelho explora o tema do sexo e cria um conto de fadas moderno, melancólico e sensual, que narra a transformação de uma mulher em busca de si mesma. Maria, uma jovem nordestina desiludida com o amor, sai de casa à procura de aventura e paixões, e é na Suíça, como prostituta, que encontra as respostas para suas perguntas mais profundas. Baseado em fatos reais, o romance parte da banalização do amor e do sexo para nos fazer refletir sobre a natureza humana e a liberdade de sermos nós mesmos.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Título original: The Surprise De Angelis Baby
Título: Mar de Volúpia
Autor: Cathy Williams
Tradução: Deborah Mesquita de Barros
Série: Os Irmãos De Angelis 02
Editora: Harlequin
Ano: 2016
Comprar: É possível compra nos sites: www.harlequinbooks.com.br e www.amazon.com.br ou em uma boa banca de jornais.


Resenha:

Se achei Theo um babaca, Daniel se mostrou ainda pior, um idiota completo. Qual é o problemas destes De Angelis? Pensam que o mundo gira entorno deles? O babaca mor conseguiu me tirar do sério, acha que dinheiro compra tudo. Ainda bem que Delilah mostrou pro idiota que não é bem assim que as coisas funcionam no mundo real.

Por falar em Delilah, que moça mais inocente, pois Daniel só conseguiu enganá-la por ela ser mega inocente, porque qualquer pessoa mais versada teria percebido que o mocinho estava mentido descaradamente.Tudo bem, ela ficou tão fascinada pelo belo italiano que nem percebeu, nós mulheres somos realmente bobas quando estamos apaixonadas, aff…

E outra coisa, porque não teve epilogo nesta história? Pelo amor de Deus!!!! Aposto que a Harlequin preferiu deixar o danado do epilogo de fora. É a cara da editora fazer este tipo de coisa… 

RECOMENDO!!!  



Contra Capa:

Mar de Volúpia

Surpresa encantadora
A fim de descobrir as falhas do navio que planejava comprar, o bilionário Daniel De Angelis decidiu embarcar usando um disfarce. Contudo, não esperava encontrar uma distração como a bela Delilah Scott. Eles teriam duas semanas para realizar todos os seus desejos mais sensuais, contanto que tudo acabasse assim que o navio atracasse. Porém, retornar à terra firme faz Delilah ter de encarar duas verdades chocantes: Daniel mentira sobre sua identidade… e ela está grávida dele.



Sinopse:

Querida leitora,

Você vai se divertir com Os Irmãos De Angelis, dois italianos obstinados que farão de tudo para conquistar as mulheres que desejam, em duas historias maravilhosas de Cathy Williams!(L)  

Daniel De Angelis, de Mar de Volúpia, estava focado no trabalho ao embarcar em um cruzeiro. Usando uma identidade falsa para não ser reconhecido, ele pretendia avaliar o navio antes de comprá-lo. Porém, quando conhece a bela Delilah, não consegue pensar em outra coisa além de seduzi-la…

Boa leitura!
Equipe Editorial Harlequin Books
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Título original: Robinson Crusoe
Título: Robinson Crusoé
Autor: Daniel Defoe
Tradução e Adaptação: Marcia Kupstas
Ilustrações Alexandre Camanho
Editora: FTD
Ano: 2003
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

O romance foi originalmente publicado em 1719, na Inglaterra, onde Robinson Crusoé conta sobre sua aventura e o naufrágio que o leva a passar 28 anos em uma ilha, supostamente próxima a Trinidad. Onde o náufrago encontra rebeldes, canibais, cativos antes de ser resgatado.

Muitos especialistas acreditam que esse romance seja o primeiro na língua inglesa, o texto foi publicado originalmente no formato de folhetim no jornal, The Daily Post.

A grande questão relevante do livro é a solidão prolongada e intensa do personagem, mesmo sendo privado de tudo e de todos que conhecia, ele não é levado à loucura, o que é muito me surpreende, pois se tivesse na mesma situação entraria em desespero e ficaria completamente louca.

Mas Robinson se mantém, como um bom cristão ele sobrevive. Mas com o passar do tempo alguns personagens entram em seu mundo, 28 anos é muito tempo para ficar sozinho, com a chegada destas pessoas sua permanência na ilha foi totalmente suportável.

O que fazer? Clássicos são clássicos!!!

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

GRANDES LEITURAS 
Clássicos Universais  

“...A figura de Robinson
Crusoé se tornou
praticamente um mito
da cultura moderna.
Mesmo quem nunca leu
Robinson Crusoé, ou nenhuma
de suas versões, já deve 
alguma vez ter sonhado,
de olhos abertos, viver a
aventura do náufrago solitário
que, graças a suas virtudes
morais e humanas, numa
terra até então intocada 
pelos males da sociedade,
praticamente recriou
o Paraíso.”

LUIZ ANTONIO AGUIAR  



Apresentação:

A SOLIDÃO é um dos sentimentos mais assustadores para muitas pessoas. Talvez por isso a ideia de um náufrago que  passa mais de duas décadas sozinho numa ilha - e sobrevive com dignidade - seja uma fantasia maravilhosa para todos nós, pois nos reconforta desse medo.

Há dois momentos marcantes em Robinson Crusoé e confesso que prefiro o primeiro: a estadia solitária de Robinson encontrando forças em si mesmo para não só sobreviver, mas edificar uma vida saudável, com conforto, fé e coragem. E outro momento, quando a personagem revela seu lado de colonizador típico do século XVII e crê que Deus pôs o mundo a serviço desse homem branco europeu.

Seja visto como o retrato solitário do homem que reúne forças para superar a si mesmo e à natureza, seja como um fascinante exemplo da mentalidade de uma época, Robinson Crusoé é um dos mais importantes livros da literatura mundial e merece ser conhecido por todos.
domingo, 26 de novembro de 2017
Título original: The Queen Wins
Título: Destino de Mulher
Autor: Barbara Cartland
Tradução: Nancy de Pieri Mielli
Série: Barbara Cartland
Editora: Nova Cultural
Ano: 1996
Comprar: Infelizmente só nos sebos.


Resenha:

História interessantíssima. Para quem está acostumado com os textos de Barbara Cartland sabe que a autora gosta de misturar ficção com história. Neste caso, o pano de fundo para o romance de Milena e Vladimir é: o couraçado inglês que viajara por todo mar do Mediterrâneo até chegar à região dos Bálcãs, além é claro dos bastidores das conspirações que logo darão início ao que foi a Guerra da Crimeia. 

Milena é uma cidadã inglesa que descobre ser filha de um rei dos Bálcãs. Como seu pai já é falecido ela deve ir até o pequeno país, Karlova, para se tornar rainha. É assim restabelecer uma união forte entre os ingleses e os países dos Bálcãs, além disso, ela deve casar com um príncipe do país vizinho, para unir ainda mais a região. Um casamento meramente politico.

Na viagem pelos mares para chegar em seu novo país Milena se apaixona pelo conde Vladimir. Vladimir é primo distante de seu pai, que tem uma posição de comando no Exército de Karlova. Além de apaixonados o casal vai aprender muito um com o outro. O conde vai ensiná-la a língua de seu novo país que seria a mistura de grego com alemão. (Meu Deus!!!)

Já em Karlova, Milena descobre que a situação do seu país está muito complicada, principalmente porque o exército russo quer invadi-lo e o príncipe Igor, que é o homem que ela deve se casar não é nada confiável. Em pouco tempo Milena descobre que Igor conspira contra o seu país para ajudar os russos numa tentativa de invadir e se apoderar de Karlova. 

O que vão fazer Milena e Vladimir para tentar evitar esse golpe russo? 

RECOMENDADÍSSIMO!!!!



Contra Capa:

Diante da imensidão
do oceano, encanto
e dúvida pairavam no
coração de Milena.

1887, Inglaterra, rumo aos Bálcãs.

Enquanto o navio singrava as águas turbulentas do oceano, Milena pensava em como seria sua nova vida. Estava indo ao encontro de um casamento de conveniência, algo que sempre abominara e que jamais esperava lhe acontecer. Quem era o noivo? Qual seria sua aparência, seu caráter? Milena não sabia responder a essas perguntas. Mas, no íntimo, pensava que bem que poderia ser o desconhecido que viajava com ela no navio e que tinha o olhar mais sedutor que já vira...



Sinopse:

Querida leitora,

Nada mais angustiante do que você 
pensar que é obrigada a se casar com um 
homem que nem conhece, não sabe como
é. Nos dias de hoje, acho que isto é raro
acontecer - porém não impossível! Mas
antigamente as mulheres tinham de se
submeter aos desejos de pai, tutor etc. etc.
É o que acontece com a heroína desta
história. Só que, a caminhada do indesejado
casamento, ela descobre o amor…

Janice Florido
Editora-chefe
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Título original: To Sir Phillip, With Love
Título: Para Sir Phillip, com Amor
Autor: Julia Quinn
Tradução: Cássia Zanon
Série: Os Bridgertons 05
Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Quando penso que já li o melhor livro da série, a danada da Julia Quinn me aparece com essa história maravilhosa com a Eloise e Phillip. Me apaixonei perdidamente pelo enredo, pelos novos personagens e pela insensatez da louca de pedra, da Eloise.

Antes de ler este quinto volume, acreditava que Eloise era a mais pés no chão da família Bridgerton, definitivamente sensata, mas depois do casamento de Colin e Penélope, a mocinha perdeu totalmente o bom senso, depois de receber uma carta do viúvo de sua prima, que pelo menos à um ano se corresponde com a nossa mocinha.

Eloise, a louca, resolve fugir de casa, para conhecer Phillip, o viúvo. Na propriedade do dito cujo ela descobre que ele esqueceu de mencionar alguns fatos importante, como os filhos, os gêmeos capetas. É obvio que todas as passagens com as crianças são hilárias, juntamente com a passagem da visita inesperadas dos homens Bridgerton, que estão a procura da irmã desaparecida, ao encontrá-la a obrigam a casar com Phillip, pois ela se comprometeu ao ficar sozinha na casa de Phillip se uma dama de companhia.

Até aí tudo bem, o problema é que Phillip é um homem que carrega uma montanha de traumas nas costas, além de um medo terrível de se transformar num pai abusivo com foi o seu próprio pai. Como se já não bastasse os traumas e os medos, o viúvo está há oito anos sem sexo.

Bom, só os traumas já me fez ficar condoída por ele, mas ficar oito anos na seca, me fez compreender toda a tara e a fome dele por Eloise. Não resta dúvida que Phillip é um personagem muito complexo, mas acredito que a autora soube com maestria conduzir toda a história de sua vida. E a chegada de Eloise serviu pra mostrar o lado humano e amoroso deste homem até então infeliz.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!       



Contra Capa:

Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. 

Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. 

Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? 

Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. 

Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro. 
sábado, 11 de novembro de 2017
Título original: Wyoming Rugged
Título: Corações Fortes
Autor: Diana Palmer
Tradução: Vera Vasconcellos
Série: Homens do Wyoming 05
Editora: Harlequin
Ano: 2016
Comprar: É possível compra nos sites: www.harlequinbooks.com.br e www.amazon.com.br ou em uma boa banca de jornais.


Resenha:

Como assim?

Cadê as conexões que Diana Palmer adora fazer entre os personagens de outras séries e até mesmo com personagens de livros avulsos e tudo mais, cadê? O único conhecido que ela faz menção, devo deixar claro que só foi mencionado não apareceu nem em uma misera cena, foi o detetive Dane Lassiter. 

O que está acontecendo com a nossa Diva Mor?

Sério, ainda estou chocada. Isso não quer dizer que ela tenha mudado seu sintema tão amado por nós leitoras, continuamos tendo pelo menos um personagem traumatizado, alguém ingenuo e um monte de dramalhão que adoramos, mas os personagens são desconhecido da legião de leitores que acompanham a autora a décadas.

Nunca tinha lido uma linha se quer sobre o maduro e belíssimo Blair Coleman ou da loiríssima e ingenua Nicolette Ashton. Isso também não quer dizer muita coisa, porque o casal passou pelo mesmo processo que autora faz com todos os seus personagens muita sofrência e um final triunfante de felicidade plena ou quase plena. 

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

A escolha perfeita?

Depois de ter sido usado e abandonado pela mulher que acreditava amar, o bilionário Blair Coleman abriu mão de sua vida social. A única pessoa na qual ele realmente confia é Niki Ashton, filha de seu melhor amigo. Blair é forte, cabeça-dura e apaixonante. E são exatamente essas qualidades que o fazem ser o homem dos sonhos de Niki. Porém, sempre que ela tentava se aproximar, Blair se afastava. Foi preciso um trágico acidente para que ele se livrasse de suas ressalvas. Agora, Blair está disposto a tudo: casamento, filhos e “felizes para sempre”. Mas será que não é tarde demais?
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Título original: Heidi
Autor: Johanna Spyri
Recontado por: Maria Madalena Würth Teixeira
Ilustrações de John Fernie
Editora: Ediouro
Ano: 1976
Comprar: Nos seguintes sites: Amazon, Americanas, Submarino, Livraria Saraiva, Livraria Cultura e Livraria Folha


Resenha:

Heidi

Heidi marcou a infância de muito de nós, através desta pequena e curiosa garotinha aprendemos sobre os Alpes suíços, cabras, neve, relacionamento entre os parentes, queijo e amigos.

Da mesma forma que Pollyanna, Heidi entrar na vida das pessoas e as transformam. 

A garota parece compreender o mundo melhor do que qualquer um. 

Para muitos, tudo pode ser explicado por ela ser uma menininha inquieta e ao mesmo tempo curiosa. 

Mas na realidade ela um ser cheio de vida e otimista, apenas isso.

Sem dúvida é uma história maravilhosa onde encontramos grandes ensinamentos, lições de vida que nunca esqueceremos ou pelo menos não deveríamos esquecer.

RECOMENDADÍSSIMO!!!



Contra Capa:

Este livro conta a história de Heidi, uma pequena órfã, que vai viver com o avô, que ela não conhecia.

Ele tinha fama de ser um velho feroz e retraído. Mas Heidi logo percebe que é um homem bom e inteligente.

A nova casa nas alturas dos Alpes Suíços foi para Heidi um novo mundo, um paraíso repleto de maravilhas.

Porém o deslumbramento de Heidi acabou, quando a tia Odete foi buscá-la de volta para a cidade.

Ela procurou adaptar-se, mas a saudade da casa na montanha tornou-se, afinal, insuportável.

E Heidi retorna a seu paraíso nos Alpes, onde coisas maravilhosas acontecem!



Heidi é um dos mais belos e comoventes livros já escrito para a juventude. Ilustra a força e a capacidade do amor em superar dificuldades e transformar tristezas em alegrias. E ensina uma preciosa lição: quando mais amor se dá, mais se recebe.

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